quinta-feira, 5 de maio de 2011



Faltan palabras en la lengua para los sentimientos del la alma! :) ♥

segunda-feira, 25 de abril de 2011

♥ :P |8


"Por vezes a minha dor é esmagadora,(...), há uma parte de mim que quer agarrar-se a ti para sempre. Seria mais fácil para mim fazer isso porque amar outra pessoa pode diminuir as recordações que tenho de ti. No entanto, este é o paradoxo: Embora sinta muitíssimo a tua falta, é por tua causa que não temo o futuro. Porque foste capaz de te apaixonar por mim, deste-me esperança, meu querido. Ensinaste-me que é possível seguir em frente com as nossas vidas, por mais terrível que tenha sido a nossa dor. E à tua maneira, fizeste-me acreditar que o verdadeiro amor não pode ser negado"
Porque há coisas que nunca mudam...
By: Nicholas Sparks

terça-feira, 22 de março de 2011


Explodimos o que não nos interessa e nem sequer existe, ao mesmo tempo que implodimos dentro nós aquilo que, sem um motivo lógico ou aparente, nos estilhaça o que resta da alma.
Falas de recomeçar a vida todos os dias, de colocar o contador a zeros... Isso parece conversa de quem se quer convencer, mas no fundo sabe que não vai mudar...

domingo, 2 de janeiro de 2011


Não, não te perdoou que tenhas ido, sem me dares...ou deixares sentir um beijo teu...

Quando não se entende um sentimento ele vagoa, pertuba até que tu compreendes que nada acontece por acaso, e que nem todas as coisas acontecem como nós desejamos, e que nem todos os sonhos são eternos e nem que todos os pensamentos percorrem uma vida inteira...

sábado, 9 de outubro de 2010

Borboletas na barriga


Gostava que o mundo me coubesse na palma da minha mão e que tudo fosse tão fácil de manipular como se manipula a chama de uma vela apenas com o leve sopro que sai das nossas bocas a cada segundo...
Se tudo fosse tão fácil assim não havia necessidade de me encostar ao teu peito para ouvir o bater do teu coração, de encostar a minha mão à tua só para saber que libertas calor... aquele calor confortante, saboroso e único!
Gostava de me deixar invadir pelas coisas mais simples como me deixo envadir por esta coisa e tudo seria muito mais fácil, só para sentir aquela sensação... sabes? Aquela mesmo...
Não sabes? Aquela sensação que me fizeste ter quando toquei num azul profundo pensando que era o céu...mas na altura estava enganada!

Eu, tu, as estrelas, a brisa e um beijo sincero!

Esta noite sonhei que estava no meio de uma chuva de borboletas que saiam a alta velocidade da minha barriga...
Será esta a sensação de borboletas na barriga?

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Somos os dois tão carentes,tu e eu,que não conhecemos outra forma de atravessar a vida sem procurar desesperadamente tábuas de salvação afectivas.
As mais evidentes são as pessoas com quem nos relacionamos de forma amorosa.Depois vêm os amigos e por fim as nossas famílias,que tanto trabalho nos deram durante a infância e adolescência,e que, de certa forma,criaram e alimentaram as fraquezas que escondemos do mundo,mas não de nós própios...
Amar sem esperar reciprocidade é uma doença silenciosa e traiçoeira como o cancro;quando damos por isso,o mal causado já se espalhou de tal forma que não é possível escapar.Eu escapei.Escapei ao fim de...longos anos de calvário auto-infligido...tu foste a minha última miragem,o derradeiro de todos os cavaleiros andantes,porventura o mais belo,constrúido pela minha paixão obstinada em perseguir um ideal,e seguramente o mais fraco quando,por fim,te consegui ver sem ser em cima do cavalo... Estes e outros raciocínios do mesmo tipo denotam uma índole insegura e profundamente egoísta.
Nunca sabes o que queres e vives tão perdido nas tuas díuvidas que nem sequer consegues perceber o mal que podes inflingir aos outros.
A tua natureza fugidia e arisca não é a tua primeira natureza,antes uma reacção á realidade que te confrontaste. Nunca te habituaste a dar.
Quis tanto que tu me amasses...não se pode querer isso dos outros,é uma violência para eles e para nós própios.Uma violência e um disparate.



Tu foste a minha grande aposta e a minha maior decepção.

Margarida Rebelo de Pinto in "O dia em que te esqueci"

quinta-feira, 3 de junho de 2010

D=


Quando tu amas a pessoa que está a matar-te, não te restam opções. Como fugir? Como lutar? O que fazer?
Se na tua vida fosse isto tudo o que tu tens a dar ao teu amado, como
você seria capaz de não dar nada?
E se fosse alguém que tu realmente amas?

Que tal deixar de perder tempo a fantasiar com o impossível?
E é posivel? Como?

Á tanta coisa na vida que é dificil de suportar! ='(